Institucional

Todos nós, líderes, sentimos a necessidade de fazermos parte de algo grande, maior que nós, que nos faça sentir que podemos mais, que alcançamos mais e que realizamos mais para Deus. Precisamos de uma árvore frondosa que seja capaz de nos proteger com a sua sombra e de nos dar refrigério. O pequeno se torna grande quando abraça uma visão maior que ele e trabalha em harmonia com outros para fazer a visão se tornar história. A unidade nos faz invencíveis.

 

O individualismo tem triunfado em nossa sociedade capitalista excludente, dominada pelo egoísmo e pela ditadura do ter, ao invés do ser. Essa influência negativa nos empurra para uma atitude de isolamento no ministério. Essa solidão ministerial é perigosa e fragilizante, tornando-nos presas fáceis para as ciladas do nosso adversário, que tenta prevalecer contra a IGREJA.

 

Temos que entender, definitivamente, que somos um só corpo, universal e invisível; que encontramos nossa razão de ser e nossa completude na integração com outros irmãos, com outras comunidades, com outras famílias cristãs, afinal, somos a IGREJA do Senhor Jesus Cristo, edificada sob o fundamento dos apóstolos, a mais poderosa organização humana da terra.

 

Junte-se a nós, pois juntos somos mais fortes e mais poderosos para cumprirmos nossa missão de evangelizar o mundo e implantar o Reino de Deus em toda a terra.

A CONVEM - CONVENÇÃO MUNDIAL DE IGREJAS APOSTÓLICAS é uma organização religiosa cristã sem fins lucrativos que se constitui em um órgão oficial de representação das Igrejas Evangélicas a nível mundial, onde são cadastradas igrejas, ministérios, denominações, ministros, pastores, missionários e pregadores de todos os seguimentos cristãos e evangélicos de todas as nações ao redor da terra.

 

Através de um modelo estratégico de gestão, que prioriza a valorização de seus filiados, a CONVEM investe prioritariamente no desenvolvimento de igrejas e ministérios de pequeno porte.

 

A CONVEMprima pelo desenvolvimento das pessoas utilizando-se de um processo contínuo de educação corporativa. Nossos treinamentos vão da teoria à prática, desde a identificação da necessidade à solução do problema.

 

NOSSA HISTÓRIA

A CONVEM nasceu de uma aspiração e de uma enorme insatisfação de líderes evangélicos a nível mundial que perceberam o enorme vazio em termos de representação evangélica a nível mundial.

 

A visão se fortalece na medida em que líderes de ministérios e igrejas independentes foram se conscientizando da importância da unidade do corpo de Cristo, do quão fortalecido somos quando nos juntamos a outros e pensamos no bem estar coletivo, ao invés do individual.

 

Todos precisamos de cobertura espiritual;

 

Todos precisamos de suporte ministerial;

 

Todos precisamos de uma organização forte que nos defenda;

 

Todos queremos nos sentir parte de algo maior que nos faça sentir avançando e conquistando mais e mais para Deus;

 

NOSSO COMPROMISSO

  • Representar a igreja do Senhor Jesus Cristo no mundo com dignidade e seriedade;
  • Promover a unidade visível do corpo de Cristo, buscando a integração entre as igrejas, ministérios e denominações, a fim de que o Reino de Deus se expanda;
  • Promover e incentivar a proclamação do Evangelho de nosso Senhor Jesus Cristo, em todas as nações da terra, adotando estratégias modernas e tecnologias avançadas;
  • Atuar na defesa da fé cristã e dos direitos das igrejas, ministérios, denominações e obreiros cristãos;
  • Dar suporte e consultoria às igrejas nas diversas áreas: teológica, eclesiástica, administrativa, jurídica, missionária, entre outras;
  • Promover o crescimento cultural, intelectual e espiritual das igrejas evangélicas ao redor do mundo;
  • Promover a educação em todos os seus níveis e a assistência social filantrópica;
  • Atuar com a agilidade e eficiência na comunicação, otimizando as ações que resultem em preservação e elevação da imagem positiva das igrejas cristãs, esclarecendo fatos e combatendo ações que possam resultar em prejuízo à boa imagem da Igreja.
  • Atender aos obreiros (apóstolos, bispos, pastores, presbíteros, evangelistas e diáconos) membros com a rapidez e eficiência.
  • Permanecer atentos a fatos sociais, políticos e econômicos, com o objetivo de orientar os pastores para posicionamentos em relação às ações de comunicação.
  • Ajudar a solucionar conflitos entre igrejas, ministérios, denominações e obreiros, utilizando-se da mediação e arbitragem como ferramenta de conciliação entre as partes.

 

NOSSA DECLARAÇÃO DE FÉ 

  • Cremos que a Bíblia é a Palavra de Deus, infalível e inerrante, nossa autoridade final para todas as questões de fé e conduta.
  • Cremos em um só Deus, Pai todo-poderoso, criador do céu e da terra, de todas as coisas visíveis e invisíveis, que a si mesmo se revelou como único Deus existente em três pessoas: Pai, Filho e Espírito Santo – distinguíveis, mas indivisíveis.
  • Cremos no Senhor Jesus Cristo como único e suficiente Salvador de todo homem, Filho Unigênito de Deus, gerado do Pai desde toda a eternidade, concebido do Espírito Santo, nascido da virgem Maria, verdadeiro Deus e verdadeiro homem.
  • Cremos que todo homem é pecador e precisa de salvação.
  • Cremos que a salvação dos pecadores é somente pela graça de Deus, através da fé na perfeita e suficiente obra realizada pelo Senhor Jesus na cruz do calvário, pela qual nós obtemos o perdão dos nossos pecados.
  • Cremos que o Espírito Santo age hoje da mesma maneira que agiu no livro de Atos dos apóstolos.
  • Cremos que a igreja é una, santa, universal e apostólica; que ela é a única autoridade eclesiástica na terra e que sua missão primordial é fazer discípulos de todas as nações.
  • Cremos que Jesus Cristo vai voltar a este mundo para julgar vivos e mortos e levar a sua igreja para a glória eterna; cremos na ressurreição do corpo e no arrebatamento da igreja.
  • Cremos que a conquista das cidades e nações acontece primeiramente nas regiões celestiais, através da intercessão e da batalha espiritual da igreja.

 

NOSSOS PRINCÍPIOS

1. Autoridade

Jesus Cristo é o Senhor. Ele é a fonte suprema da autoridade cristã. Sua soberania emana da Sua eterna divindade e poder – Como o unigênito filho do Deus Supremo – de Sua redenção vicária e ressurreição vitoriosa. Todas as esferas da vida estão sujeitas à Sua autoridade.

 

2. As Escrituras

A Bíblia é a palavra de Deus. É a suprema regra de fé e prática do cristão.  É a autoridade final e inerrante em todas as questões de fé. Por isso, todo discípulo tem a responsabilidade de ler e estudar a Bíblia diariamente.

 

3. O Espírito Santo

O Espírito Santo é a presença ativa de Deus no mundo e, particularmente, na vida da igreja e do discípulo.

 

4. O discipulado

O alvo de todo discípulo é ser semelhante a Jesus e expressar o seu caráter ao mundo. É um processo de total submissão e obediência a Cristo e à sua Palavra.

 

5. O Sacerdócio do Discípulo

Depois de converter-se a Cristo a pessoa passa a ter acesso direto a Deus, através de Cristo. Ela entra no sacerdócio real que lhe outorga o privilegio de servir à humanidade e de adorá-lo livremente e de interceder em favor dos homens.

 

6. Aimportância da família

A família deve ser a prioridade suprema de todos os cristãos, depois de Deus.

 

7. O Cristão como Cidadão

O Cristão é cidadão de dois mundos – o reino de Deus e o estado político - e deve obedecer à lei de sua pátria terrena, tanto quanto à lei suprema. O cristão deve orar pelas autoridades e incentivar outros cristãos a aceitarem a responsabilidade cívica, como um serviço a Deus e à humanidade.

 

8. A Igreja

Uma igreja é uma comunidade fraterna de pessoas redimidas por Cristo Jesus, um corpo autônomo, sujeito unicamente a Ele, sua cabeça. Seu governo teocrático, no sentido próprio, reflete a cadeia de autoridades delegadas pelo Senhor Jesus Cristo.

 

9. Aigreja e o Estado

Tanto a igreja como o estado são ordenados por Deus e responsáveis perante ele. Cada um é distinto; cada um tem um propósito divino; nenhum deve transgredir os direitos do outro. Devem permanecer separados, mas igualmente manter a devida relação entre si e para com Deus. O estado deve à igreja a proteção da lei e a liberdade plena, no exercício do seu ministério espiritual. A igreja deve ao estado o reforço moral e espiritual para a lei e a ordem, bem como a proclamação clara das verdades que fundamentam a justiça e a paz.

 

10. A Adoração

A adoração a Deus, pessoal ou coletiva, é a expressão mais elevada da fé e devoção cristã. O culto não é mera forma e ritual, mas uma experiência com o Deus vivo, e deve ser um estilo de vida.

 

A liturgia deve ser flexível, de acordo com o mover do Espírito Santo.

 

11. O Ministério Cristão

Todos os salvos são ministros de Deus, pois todos têm um ministério a desempenhar no Reino. Cada cristão tem o dever de servir à igreja e ao mundo com amor e abnegação.

 

12. Evangelismo

O evangelismo é a proclamação do juízo divino sobre o pecado, e das boas novas da graça divina em Jesus Cristo. O evangelismo declara que o evangelho, e unicamente o evangelho, é o poder de Deus para a salvação de todos os homens. Todo cristão deve anunciar as boas novas do evangelho.

 

13. Missões

Missões é a extensão do propósito redentor de Deus através do evangelismo, da educação e do serviço cristão além das fronteiras da igreja local. A cooperação com a Amistad é imperativa. Devemos utilizar os meios à nossa disposição, inclusive os de comunicação em massa, para dar o Evangelho de Cristo ao mundo. Cada discípulo é um missionário, não importa o local onde mora ou posição que ocupa.

 

14. Mordomia

A mordomia cristã é a compreensão de que nada nos pertence, de que tudo que temos e somos pertence a Deus e deve ser usado para glorificar o Seu nome na terra.

 

15. O Ensino e Treinamento

Ensino e treinamento são básicos na comissão de Cristo para os seus seguidores e são necessários ao desenvolvimento de atitudes cristãs maduras.

 

QUEM PODE SE FILIAR À CONVEM

Igrejas, Ministérios, denominações, Ministros (Apóstolos, Bispos, Pastores, Evangelistas e Missionários) obreiros (presbíteros e diáconos) e esposas, de qualquer parte do mundo, que subscrevam a nossa declaração de Fé e princípios, e que estejam em plena comunhão com uma Igreja local.

 

A filiação de igrejas, ministérios e denominações é realizada através do preenchimento do formulário de requerimento, o qual deverá ser devidamente assinado e reconhecido firma em cartório pelo presidente da entidade,

 

A taxa de filiação é de um meio salário mínimo anual, sendo que o associado recebe o diploma de membro e a credencial internacional, válida em todo o mundo em português e em inglês.

 

Como se filiar:

Por favor, preencha o formulário abaixo, envie-nos os documentos indicados e, efetue o pagamento da taxa de inscrição de acordo com as seguintes instruções:

 

Documentos exigidos: (todos em xérox simples)

  1. Cópia da Carteira de Identidade
  2. 2 Fotos 3x4
  3. Cópia do CPF
  4. Certidão de Casamento
  5. Comprovante de Residência (conta de água, energia, telefone ou carta bancária).
  6. Comprovante de Depósito
  7. Carta de recomendação da igreja local ou ministério, incluindo a data da ordenação.

 

Nosso processo de filiação

O Registro de igrejas, ministérios, denominações, obreiros e ministros, é efetuado através do preenchimento do cadatro de filiação existente no site e ofício enviado por e-mail declarando que o pretendente foi consagrado e a data, juntamente com o xérox do CPF, RG, certidão de casamento, e demais documentos necessários para a homologação do Ministro na CONVEM.

 

Ao receber o formulário e documentação do novo filiado, faz-se o registro do mesmo, aferindo-lhe um número, e, envia-se carta avisando-o das providências a tomar para que o mesmo receba sua credencial.

 

A credencial de Ministro do Evangelho da CONVEM é a identificação oficial de apóstolos, bispos, pastores, evangelistas, missionários, presbíteros, obreiros e diáconos das Igrejas evangélicas, e é válida em todo o mundo.

 

Valor da credencial: R$ 39,00 (trinta e nove reais)

Banco do Brasil

Ag. 1507-5

C/C 42.000-X

Titular: Amistad - Associação Missionária Tocando as Nações


Nascido em Brasília, em 10 de setembro de 1963, o apóstolo Luiz Carlos de Souza converteu-se ao evangelho ainda na adolescência, aos 14 anos, em uma igreja batista histórica. Desde então, começou a destacar-se como líder e pregador da palavra. Aos 15 anos teve uma experiência sobrenatural de chamada para o ministério pastoral e para missões e, desde então, iniciou sua trajetória de preparação rumo ao ministério. Aos 17 anos ingressou na Faculdade Teológica Batista de Brasília (FTBB), graduando-se em teologia aos 22 anos de idade. No dia 26 de setembro de 1986, aos 23 anos, foi ordenado ao Ministério Pastoral. Dois anos depois, tornou-se professor das cadeiras de Teologia Contemporânea e Filosofia da FTBB.

Sempre enfrentando desafios e superando dificuldades tanto na vida pessoal como no ministério, nunca entrega os pontos, ao contrário, as principais marcas de Deus em sua vida são a fé e a determinação. Entre provas e muitíssimos tratamentos de Deus, vem sendo forjado em todas as áreas de sua vida.

Desde há muito, sente-se impulsionado por Deus para conquistar nações para Cristo pelo poder do evangelho.

Após vinte anos de incansável ministério pastoral, passando por várias igrejas, foi sendo reconhecido por homens e mulheres de Deus como possuidor do dom de apóstolo, tendo recebido uma unção específica para o ministério apostólico no início de 2006, em uma noite memorável e sobrenatural na Igreja Batista Filadélfia em Águas Claras, Brasília. Desde então, já pisou quatro dos cinco continentes do mundo, em expedições de guerra espiritual e missões. O relato de suas viagens está descrito no livro “Diário de uma Guerra”, que está em fase de finalização.

Inconformado, por natureza, está sempre à procura de crescimento. Eis a razão porque nunca parou de estudar. Cursou licenciatura em história, graduou-se Bacharel em Psicanálise, formou-se Bacharel em Direito.

Ingressou na carreira de advogado, desde 2004 e é proprietário de um dos maiores escritórios jurídicos de Brasilia (LCS & Advogados Associados), tendo se tornado especialista em direito civil e processo civil. Ainda no ramo do direito, escreveu e publicou o livro “Dicionário de Perguntas e Respostas do Vereador”, que se encontra em sua terceira edição, abordando temas relacionados ao direito público municipal e ao direito legislativo.

Auto didata no estudo do Marketing e da Publicidade, dedicou-se a esta profissão durante bons anos de sua vida, ministrando palestras em quase todos os Estados do Brasil, tendo escrito e publicado os seguintes livros: Vencer ou Vencer, Eis a Questão (manual de marketing eleitoral), Não Diga Adeus ao Poder (manual de marketing pós-eleitoral), o Legislativo Municipal no Terceiro Milênio. Por duas vezes esteve nos Estados Unidos onde participou como aluno de cursos de extensão, abrangendo as áreas de Administração Pública e do Marketing. 

 É também de sua lavra os livros cristãos “Quebrantamento” e “Doutrina dos Apóstolos”, este último, escrito em parceria com pastores amigos de Aracaju.

 Sua preocupação com missões o levou a fundar em Brasília em 2006 a agência missionária AMISTAD – Associação Missionária Tocando as Nações, da qual é presidente de honra, cuja página na internet, permite à entidade um destaque e visibilidade a nível mundial.

 É fundador e presidente do Instituto Delphos, uma organização não governamental de âmbito internacional, com atuação social, cultural e educacional. 

 Após quase trinta anos atuando no meio batista, em 2006 após receber a unção de apóstolo, resolveu atender a um chamado maior para o Reino e fundou e preside a CONVEM - CONVENÇÃO MUNDIAL DE IGREJAS APOSTÓLICAS, presente em todos os continentes e em países estratégicos do mundo.

Tornou-se jornalista em 2010 e hoje é o Editor Chefe da Revista Influência com circulação em todo o Distrito Federal e do Blog  Revista Apostólica(www.revistaapostolica.blogspot.com), em âmbito mundial.

É casado com a apóstola Maria Valdinete Carvalho de Lima Souza (conhecida internacionalmente como apóstola Nete) e juntos têm uma linda família com 05 filhos. Atualmente residem em Brasília, de onde coordenam os trabalhos da CONVEM e AMISTAD.


 

DIRETORIA DA CONVEM MUNDIAL

 

1.     Presidente: LUIZ CARLOS DE SOUZAAPÓSTOLO

2.     1ª Vice-presidente: MARIA VALDENETE DE LIMA OLIVEIRA – APÓSTOLA

3.     2° Vice-Presidente: DZANKON DETEMENE - PASTOR

4.     1º Secretário: RONALDO AMIM - BISPO

5.     2 ª Secretário(a): MARIA BENEDITA SILVA FRÓZ - PASTORA

6.     1ª Tesoureira: JEMIMA DE OLIVEIRA SOUZA

7.     2 º Tesoureiro(a):MARIA DE JESUS RODRIGUES DO PARAÍSO - PASTORA


 

ESTATUTO SOCIAL

CONVENÇÃO MUNDIAL DE IGREJAS APOSTÓLICAS

(CONVEM)

 

Capitulo I

                         Do Nome Natureza, Foro, Sede e Finalidades.                              

Artigo 1° - A CONVEM - Convenção Mundial de Igrejas Apostólicas, doravante neste estatuto denominada de CONVEM, fundada em 10 de setembro de 2009, é uma pessoa jurídica de direito privado com natureza jurídica de Organização Religiosa de orientação cristã, sem fins econômicos, com duração por tempo indeterminado e com número ilimitado de associados, denominados neste Estatuto de membros, com atuação no Brasil e no Exterior.

 

Artigo 2° - A CONVEMtem seu foro Jurídico e sede na capital do Brasil, Brasília, Distrito Federal.

 

Artigo 3° - São finalidades da CONVEM:

I-                  Promover a defesa dos direitos humanos e a paz mundial;

II-               Promover a educação em todos os seus níveis e a assistência social filantrópica;

III-            Promover a valorização humana e a proteção à família;

IV-            Promover a cultura e a defesa do meio ambiente;

V-               Representar as igrejas, ministérios e denominações a ela filiadas, com dignidade e seriedade;

VI-            Promover a unidade visível do corpo de Cristo na face da terra e a união entre as igrejas, ministérios e denominações a ela filiados, respeitando sempre a soberania e a autonomia interna dos mesmos;

VII-         Promover e incentivar a proclamação do Evangelho de nosso Senhor Jesus Cristo, em todas as nações da terra;

VIII-      Atuar na defesa da fé cristã e dos direitos das igrejas, ministérios, denominações, ministros e obreiros cristãos;

IX-            Promover a mediação e arbitragem na solução de quaisquer conflitos envolvendo obreiros, ministros, igrejas, ministérios e denominações, podendo para tanto instalar tribunais arbitrais tanto no Brasil quanto no exterior.

X-               Dar suporte e consultoria às igrejas nas diversas áreas: teológica, eclesiástica, administrativa, jurídica, missionária, entre outras;

XI-            Promover o crescimento cultural, intelectual e espiritual das igrejas, ministérios e ministros evangélicos ao redor do mundo;

XII-         Promover o desenvolvimento espiritual, moral, cultural, educacional e Político dos membros;

XIII-      Promover a ordenação de obreiros e Ministros no Brasil e no exterior.

XIV-      Promover a captação e a geração de recursos destinados à realização de suas finalidades.

 

Parágrafo único – Para a consecução dos seus fins a CONVEMpoderá:

 

a)        Fundar e manter Asilos, Orfanatos, Creches, Hospitais, Centros de Recuperação de dependentes químicos, Colégios, Institutos Bíblicos, Faculdades, Seminários, universidades, Escolas de Missões e outras Instituições ou departamentos que se tornem necessários ao seu progresso e funcionamento;

b)        Produzir, publicar, editar, distribuir e divulgar livros, revistas, periódicos, vídeos, filmes, discos magnéticos ou óticos;

c)        Adquirir e utilizar serviços de radiodifusão e televisivos, próprios ou de terceiros;

d)        Atuar judicial ou extrajudicialmente na defesa de quaisquer direitos difusos, coletivos e individuais homogêneos, relacionados às suas finalidades e objetivos;

e)        Promover estudos e pesquisas sobre os temas correlatos com suas diversas atividades e objetivos.

f)         Realizar eventos diversos: convenções, congressos, seminários, simpósios, conferências e palestras em território nacional e no exterior.

 

CAPITULO II

Dos membros direitos, deveres, vedações e impedimentos.

 

Artigo 5° - Poderão filiar-se àCONVEM, todas as Igrejas cristãs, Ministérios e Denominações, através de seus representantes legais.

Parágrafo único – A CONVEM respeita a autonomia dos seus filiados e não interfere em seus assuntos internos, exceto quando for solicitada a intervir.

Artigo 6º- Para filiar-se àCONVEM, a igreja, ministério ou denominação deverá enviar requerimento assinado pelo presidente, solicitando a filiação, acompanhado de cópia do cartão CNPJ (atualizado), da ata de Fundação, do Estatuto Social, da ata da última eleição da Diretoria e Relação contendo, no mínimo, 10(dez) membros em comunhão e outros documentos que possam vir a ser requeridos pela secretaria; e ainda, declaração do Pastor Presidente da Igreja, comprometendo-se a cooperar com a entidade e a cumprir os compromissos financeiros da Igreja e de seus Obreiros junto à CONVEM, bem como responsabilizar–se civil e criminalmente pelas declarações prestadas.

Parágrafo 1° - Os Ministros (apóstolos, bispos, pastores e evangelistas) e os Obreiros (presbíteros e diáconos), membros dos Ministérios, denominações e das Igrejas recebidas, mediante registro naCONVEM, terão direito a voto nas Assembléias Gerais, e só poderão ser votados, para qualquer cargo eletivo, após dois anos de filiação, sendo que, para os cargos de Diretoria, concorrerão apenas os Ministros (Apóstolos, Bispos, Pastores e Evangelistas).

Parágrafo 2° -Como os membros daCONVEM, após filiação, têm direito a voto, nenhuma Igreja deverá manter em seus quadros Ministros ou Obreiros não inscritos naCONVEM.

Parágrafo 3º- Poderão filiar-se à CONVEM obreiros e ministros de igrejas e ministérios não filiados, desde que apresentem a documentação exigida pela secretaria e concordem com os termos deste Estatuto.

Parágrafo 4º- a CONVEM aceita mulheres como Ministras e Obreiras em seus quadros.

Artigo 7° -São direitos dos membros daCONVEM:

I-                  Ter acesso ás Assembléias Gerais;

II-               Indicar candidatos, voltar e ser votado em Assembléias Gerais, de acordo com o disposto neste Estatuto.

III-            Liberdade de opinião para expor seu pensamento nas sessões das Assembléias Gerais de que participar, nos termos do Regimento Interno;

IV-            Liberdade de defesa, dentro do espírito cristão, quando acusado;

V-               Receber informativos e publicações oficiais da entidade;

VI-            Participar dos eventos promovidos pela entidade;

VII-         Receber cobertura espiritual da Convem;

VIII-      Receber credencial ministerial assinada pela entidade a um custo subsidiado;

 Artigo 8° -São deveres dos membros daCONVEM:

I-                  Cumprir o disposto neste Estatuto e Regimento Interno, bem com as Resoluções das Assembléias Gerais e da Diretoria Executiva;

II-               Participar das Assembléias Gerais;

III-             No caso de Igrejas, ministérios e denominações filiadas, contribuir com a taxa estipulada pela Diretoria Executiva;

IV-            No caso de Ministros e Obreiros, contribuir com uma Anuidade estipulada pela Diretoria Executiva e taxa de Inscrição para Assembléias Gerais;

V-               Cumprir as missões delegadas pela Assembléia Geral.

Artigo 9° -é vedado ao membro daCONVEM.                                                                                                                           

I-                  Exercer seu ministério de forma contrária aos princípios bíblicos exarados na Bíblia Sagrada;

II-                Descumprir as normas estatutárias, regimentais e demais resoluções da Diretoria Executiva.

Parágrafo único - perderão a condição de membros os infratores deste artigo.

Artigo 10° -Ficará impedido de ocupar cargo naCONVEM, o membro:

I-                   Que esteja cumprindo medida disciplinar aplicada pela CONVEM;

II-                Que esteja inadimplente com sua anuidade;

III-             Que esteja ausente na Assembléia Geral.

                                                    

CAPITULO III

Da Disciplina e Penalidades

 

Artigo 11 -A inscrição do Ministro ou Obreiro no quadro de membros daCONVEM, importa para ele em compromisso formal de respeitar o Estatuto, o Regimento Interno e as autoridades que compõem o quadro da entidade, constituindo falta sujeita a sanções sua transgressão ou seu contumaz desatendimento.

Artigo 12 -todos os membros daCONVEM estão sujeitos ás seguintes medidas disciplinares:

I-                  Advertência;

II-               Suspensão e;

III-            Desligamento.

 

 Parágrafo único - As medidas disciplinares previstas neste artigo serão            aplicadas pela Diretoria Executiva de acordo com a gravidade da falta, nos termos do Regimento Interno e ou resolução.

Artigo 13 -cabe à Igreja filiada afastar de suas funções o obreiro julgado culpado, uma vez esgotados todos os recursos junto a CONVEM.

                                              

CAPÍTULO IV

Dos Órgãos

Artigo 14 - Os Órgãos daCONVEM:

I-                  Assembléia Geral (AGE)

II-               Diretoria Executiva(DIREX)

III-             Conselhos Consultivos

IV-            Comissões

V-               Assessorias

                                               Seção I

                                       Da Assembléia Geral

Artigo 15 - A Assembléia Geral daCONVEM, constituída de todos os membros que não estejam sofrendo restrições de seus direitos na forma deste Estatuto, é órgão Máximo e soberano de decisões, com poderes para resolver quaisquer negócios sociais, decidir, aprovar, reprovar, ratificar ou retificar os atos de interesses desta Convenção.

Artigo 16 -A Assembléia Geral Ordinária reunir–se-á bienalmente, no mês de janeiro ou julho, no Brasil ou no Exterior, e as extraordinárias, sempre que necessário, em qualquer lugar adequado, a critério da Diretoria Executiva.

Artigo 17 -A Assembléia Geral será convocada através de edital, firmado pelo presidente e afixado na sede social e publicado no site da entidade, no qual constará a pauta das matérias a serem apreciadas pelo plenário.

Parágrafo Único - A convocação de que trata este artigo se fará no prazo mínimo de 40(quarenta) dias da data Assembléia Geral Ordinária, e de 07(sete) dias quando se tratar da Assembléia Geral Extraordinária.

Artigo 18 - A Assembléia Geral que deliberar sobre: a) a destituição e substituição de qualquer membro da Diretoria Executiva; ou b) a reforma deste Estatuto; será composta pela maioria absoluta dos membros em primeira convocação, ou por  qualquer número em segunda e última  convocação, três dias depois, sendo  válidas as matérias  aprovadas  por voto  concorde de 2/3 (dois terços) dos membros  presentes. Para todas as demais matérias o quórum exigido será de dez por cento dos membros efetivos em primeira convocação e qualquer número em segunda e última convocação uma hora após, sendo consideradas aprovadas as proposições que obtiverem o voto da maioria  simples  dos  membros  presentes  á Assembléia  Geral .

Artigo 19 –Somente o presidente poderá convocar e presidir as Assembléias Gerais e na sua ausência o Vice-Presidente.

Artigo 20 -Compete à Assembléia Ordinária:

I-                  Apreciar e deliberar sobre as contas e demonstrativos financeiros da entidade e Diretoria Executiva;

II-               Eleger os membros da Diretoria Executiva e do Conselho Fiscal;

III-            Deliberar sobre outras proposições.

 

Artigo 21 -Compete á Assembléia Geral Extraordinária:

I-                  Destituir e substituir qualquer membro da Diretoria Executiva e do Conselho Fiscal, com exceção do presidente, cujo cargo é vitalício;

II-               Reformar este estatuto; e

III-            Deliberar sobre assuntos de interesse da CONVEM omissos, neste Estatuto.

 

                      

Sessão II

                                 Da Diretoria Executiva

 Artigo 22 –A CONVEM será dirigida por uma Diretoria Executiva(DIREX) composta de 7 (sete) membros, todos Ministros, a saber: Presidente, primeiro e segundo Vice-Presidentes, primeiro e segundo secretários, primeiro e segundo tesoureiros, os quais serão eleitos em Assembléia Geral Ordinária, de acordo com o Capitulo IV, seção I, deste Estatuto, com mandato de 6 (seis) anos, podendo ser reeleitos, com as seguintes competências e atribuições:

I-                  Ao presidente compete representar aCONVEM em juízo e fora dele, podendo delegar procurações em todos os atos que possam vir em defesa da estabilidade, autoridade e funcionamento da mesma;

II-                O presidente convocará todas as reuniões daCONVEM, presidindo-as, assinando as atas, assinando documentos bancários, cheques, e todo e qualquer documento de responsabilidades da Entidade, assinando escrituras de compra ou alienação de bens imóveis ou outros bens que a entidade venha a possuir;

III-         Aos Vices-Presidentes caberá substituírem, pela ordem de eleição, o Presidente em seus impedimentos;

IV-      Ao primeiro Secretário compete lavrar as atas das reuniões, conservá-las em boa ordem em livros, manter atualizado o cadastro de Igrejas e Obreiros, bem como todas as escriturações, e ainda, receber e enviar todas as correspondências da convenção, assinando com o Presidente as Atas.

V-            Ao segundo secretário compete substituir o primeiro secretário em seus impedimentos, e juntos cuidarem do arquivo e fichários dos obreiros;

VI-               Ao primeiro tesouro compete arrecadar todas as receitas, por cuja importância ficará inteiramente responsável, efetuando os pagamentos, quando tiver o ”pague-se” do Presidente, efetuar depósitos bancários, assinar com o presidente os cheques emitidos e fazer pagamentos mediante ordem do Presidente, exigindo recibo ou nota fiscal.

VII-            Ao segundo tesoureiro compete substituir o primeiro em seus impedimentos e ajudá-lo quando solicitado.

Artigo 23 -A eleição da Diretoria Executiva será realizada a cada seis anos, em Assembléia Geral Ordinária, de acordo com disposições deste Estatuto e do Regimento, com mandato de 6 (seis) anos, podendo ser reeleitos.

Parágrafo único– Os membros da Diretoria Executiva poderão ser remunerados.

Artigo 24 -A Diretoria Executiva indicará uma chapa, composta de pessoas previamente qualificadas, capazes de exercer o cargo para o qual forem indicadas, que concorrerá, se houver, com até duas outras chapas que se apresentarem para a eleição.

Parágrafo 1° -As chapas deverão ser inscritas junto á Secretaria com uma antecedência mínima de 30 (trinta) dias da data designada para a eleição.

Parágrafo 2° -As duas chapas que poderão concorrer com a chapa indicada pela Diretoria Executiva, serão as duas primeiras que se inscreverem para tal fim na forma deste Estatuto e do Regimento Interno ou resolução.

Artigo 25 - No caso de voto por escrutínio secreto, o método poderá ser por urna convencional ou eletrônica, mediante avaliação e decisão da Diretoria Executiva.

Artigo 26 -se a votação escolhida for por escrutínio secreto, o Presidente indicará tantos membros quanto necessários para fazerem a apuração dos votos, podendo, cada chapa, indicar dois membros de sua confiança, porém, sem terem sido candidatos, para fiscalizarem a apuração.

Parágrafo 1°-Apurado o resultado, o Presidente anunciará á Assembléia a chapa vencedora e, ato continuo, dará posse á Diretoria eleita.

Parágrafo 2°-A Diretoria Executiva eleita deverá, em sua primeira reunião, indicar todos os demais membros para os diversos órgãos e departamentos que compõem o concílio.

Artigo 27 -A Diretoria Executiva poderá nomear um(a) Diretor(a) Executivo (a), renumerado(a) para coordenar as atividades administrativas da entidade.

Artigo 28 -A Diretoria Executiva determinará o valor da taxa anual a ser paga pelos membros, bem como o valor da taxa de inscrição para as Assembléias Gerais.

                                                    Seção III

                                                  Dos Conselhos

Artigo 29 -São Conselhos consultivos daCONVEM;

I-                  Conselho Mundial de apóstolos - COMAP

II-               Conselho Mundial de Bispos – CMB

III-            Conselho Mundial de Pastores – COMPAS

IV-            Conselhos Continentais - CONSECON

V-               Conselhos Nacionais - CONAC

VI-            Conselhos Regionais - CONREG

VII-         Conselhos Estaduais - CONEST

VIII-      Conselho de Doutrina e assuntos teológicos - CONDAT;

IX-            Conselho de Educação Religiosa - CONEDU;

X-               Conselho de Missões - COMIS;

XI-            Conselho de Ética e Disciplina - CONED;

XII-         Conselho de Ação Social – CONAS;

Parágrafo 1° -O mandato dos membros dos conselhos coincide com a da Diretoria Executiva.

Parágrafo 2º -Os membros dos conselhos serão nomeados pela Diretoria Executiva.

Parágrafo 3º -Por justo motivo, a Diretoria Executiva a qualquer momento poderá suspender, afastar e substituir qualquer membro dos conselhos.

Parágrafo 4° -A competência e as atribuições dos conselhos constarão do regimento Interno daCONVEM.

                                                    

Subseção I

                                          Do Conselho Mundial de Apóstolos

 

Artigo 30 – A CONVEM terá um Conselho Mundial de Apóstolos (COMAP) de natureza consultiva, dirigido por uma diretoria composta de Presidente, Vice-Presidente e Secretário Executivo, de livre nomeação e exoneração da Direx, formado por número ilimitado de apóstolos membros, os quais se reunirão anualmente por ocasião do Congresso Mundial de Apóstolos  ou quando convocados pelo Presidente.

 

Parágrafo Único – A Diretoria do Conselho prestará assessoria direta ao Presidente da CONVEM e o auxiliará na tomada de decisões de natureza complexa.

 

Subseção II

Do Conselho Mundial de Bispos

 

Artigo 31 - A CONVEM contará com um Conselho Mundial de Bispos(CMB), de natureza consultiva, dirigido por uma diretoria composta de Presidente, Vice-Presidente e Secretário Executivo, de livre nomeação e exoneração da Direx, formado por número ilimitado de Bispos,  que se reunirão anualmente por ocasião do CONGRESSO MUNDIAL DE BISPOS ou quando convocados pelo Presidente.

 

Parágrafo Único – A Diretoria do Conselho prestará assessoria ao Presidente da CONVEM sempre que solicitada.

 

Subseção II

Do Conselho Mundial de Pastores

 

Artigo 32 - A CONVEM contará com um Conselho Mundial de Pastores(COMPAS), de natureza consultiva, dirigido por uma diretoria composta de Presidente, Vice-Presidente e Secretário Executivo, de livre nomeação e exoneração da Direx, formado por número ilimitado de pastores, que se reunirão anualmente por ocasião do Congresso Mundial de Pastores ou quando convocados pelo Presidente.

Parágrafo Único – A Diretoria do Conselho prestará assessoria ao Presidente da CONVEM sempre que solicitada.

 

Subseção III

Do Conselho Fiscal

 

Artigo 33 -ACONVEM poderá ter Conselho fiscal que será constituído por 3 (três) membros titulares e três membros suplentes nomeados pela Direx.

                                              

Subseção IV

                                     Dos Conselhos Continentais

 

Artigo 34 -ACONVEM terá 5 (cinco) Conselhos Continentais(CONSECON), a nível mundial, a Saber: América, África, Europa, Ásia e Oceania, os quais representarão a CONVEM nos respectivos continentes.

 

Parágrafo Único -Cada Conselho será dirigido por 3 (três) membros (Presidente Continental, Vice-Presidente e Secretario Executivo), de livre nomeação e exoneração da Direx e poderá contar com quantos membros forem necessários, com a finalidade de coordenar os trabalhos da CONVEM no Continente.

 

 

                                               Subseção V

                                     Dos Conselhos Nacionais

 

Artigo 35 -ACONVEM terá Conselhos Nacionais(CONAC), que representem países, em todo o mundo, interligados via Conselhos Continentais(CONSECON).

 

Parágrafo Único -Cada Conselho será dirigido por 3 (três) membros (Presidente Nacional, Vice-Presidente e Secretario Executivo), de livre nomeação e exoneração da Direx, Podendo ser indicados pelo Presidente Continental, e poderá contar com quantos membros forem necessários, com a finalidade de coordenar os trabalhos da CONVEM em cada país.

 

                                               Subseção VI

                                     Dos Conselhos Regionais

 

Artigo 36 -ACONVEM terá ter Conselhos Regionais(CONREG), dentro de cada país.

 

Parágrafo Único -cada uma das Regiões terá um conselho de livre nomeação e exoneração do Presidente da CONVEM por indicação do Presidente do Conselho Nacional(CONAC), que contará com 3 (três) membros (Presidente Regional, Vice-Presidente e Secretario Executivo), e poderá contar com quantos membros forem necessários, com a finalidade de coordenar os trabalhos da CONVEM na região onde se encontra.

 

Artigo 37 -No Brasil ficam criados 5 conselhos regionais, assim dispostos: Norte, Nordeste, Sul, Sudeste e Centro–Oeste.

 

Subseção VII

                                     Dos Conselhos Estaduais

 

Artigo 38 -ACONVEM poderá ter Conselhos Estaduais(CONEST) ou de Provinciais, dentro de cada País.

 

Parágrafo Único -cada um dos Estados ou Províncias terá o seu Conselho Estadual de livre nomeação e exoneração do Presidente da CONVEM por indicação do Presidente do Conselho Nacional(CONAC), que contará com 3 (três) membros (Presidente Estadual ou Provincial, Vice-Presidente e Secretario Executivo), e poderá contar com quantos membros forem necessários, com a finalidade de coordenar os trabalhos da CONVEM no Estado ou Província onde se encontra.

 

Subseção VIII

                  Do conselho de Doutrina e Assuntos Teológicos

 

Artigo 39 -O conselho de Doutrina e Assuntos Teológicos(CONDAT) será constituído por 3 (três) membros (presidente, relator e vogal), nomeados pela Direx, com  o objetivo  de se manifestar quanto  á  preservação  dos  Princípios e Doutrinas   bíblicas, combater heresias e orientar teologicamente os membros da entidade.

                                                 

 


 

Subseção IX

Do conselho de Educação

 

Artigo 40 -O conselho de Educação(CONEDU) será constituído por 3 (três ) membros (presidente, relator e vogal), nomeados pela Direx, com o objetivo  de supervisionar os colégios, faculdades e universidades  que  venham a  ser criados.

 

 

                                              Subseção X

                                      Do Conselho de Missões

 

Artigo 41 - O Conselho de Missões(COMIS) será constituído por 3 (três) membros (presidente, relator e vogal), nomeados pela Direx, com o objetivo  de coordenar as ações missionárias da entidade e assessorar  as  igrejas  que desejarem   investir  na área  missionária.

 

Parágrafo único – Todos os trabalhos missionários da CONVEM serão realizados através da AMISTAD-Associação Missionária Tocando as Nações que receberá repasse da CONVEM oriundos do Fundo de Missões que corresponde a vinte por cento de toda arrecadação financeira da entidade.

                                                 

                                                 Subseção XI

                                      Do Conselho de Ética e Disciplina

 

Artigo 42 - O Conselho de Ética e Disciplina(CONED) será constituído por 3 (três) membros (presidente, relator  e vogal), nomeados pela Direx, com  o objetivo   de  analisar, processar  e emitir  pareceres  nas  representações   que contenham  acusações contra  membros  da entidade nos  termos  deste  Estatuto. 

 

                                                Subseção XII

                                   Do Conselho de Ação Social

 

Artigo 43 -o Conselho de Ação Social(CONAS) será constituído por 7 (sete) membros, nomeados pela Direx, com o objetivo de coordenar todo o programa de ação social da entidade.

       

                                                     

Seção IV

                                          Da Comissão de Assuntos Jurídicos

  

 

Artigo 44 - A Comissão de Assuntos Jurídicos(COMAJ) será composta por 3 (três) membros (presidente, relator  e vogal) nomeados pela Diretoria Executiva, com a finalidade de coordenar todos trabalhos na área jurídica da entidade, inclusive os Tribunais Arbitrais.

Parágrafo 3° - Por justo motivo, a Diretoria Executiva, a qualquer momento, poderá suspender, afastar e substituir qualquer membro das comissões.

Seção V

Dos Tribunais Arbitrais

 

Artigo 45- Os Tribunais de Arbitragem da CONVEM são órgãos auxiliares estabelecidos como instrumentos reguladores das relações entre as igrejas, ministérios, Ministros e obreiros membros, onde por meio de Árbitros devidamente constituídos pela entidade, serão conduzidas as soluções de conflitos e serão pacificadas as controvérsias, através de acordos devidamente homologados, ou, no caso de Sentença Arbitral, far-se-à coisa julgada, não admitindo recurso e transformando-se em título executivo.

 

Parágrafo único- Os membros da CONVEM elegem, desde já, por compromisso arbitral, os Tribunais de Arbitragem da entidade como foro privado para a solução de seus conflitos e ou controvérsias.

 

Seção VI

Das Assessorias

 

Artigo 46 - A Assessoria de Imprensa, a de Capelania e a de Política serão constituídas de 3 (três) membros cada uma, para seus fins específicos e serão nomeados pela Direx.

 

Parágrafo 1° -A competência e atribuições das Assessorias constarão do Regimento Interno da convenção ou de resolução própria.

 

Parágrafo 2° -O mandato dos membros das Assessorias coincide com o da Diretoria Executiva.

 

Parágrafo 3° -A critério da Direx serão criadas outras assessorias que se julgarem necessárias.

 

Parágrafo 4º -Por justo motivo, a Direx a qualquer momento poderá suspender, afastar e substituir qualquer membro das Assessorias.

 

   


                                          Capitulo V

                                          Do Patrimônio

 

Artigo 47 -A CONVEM poderá possuir bens móveis, imóveis e semoventes, por doação ou aquisição.

 

Parágrafo 1° -Nenhum bem da CONVEM poderá ser vendido, alienado ou envolvido em qualquer negociação sem prévia autorização da Assembléia Geral, ressalvado o disposto no parágrafo seguinte.

 

Parágrafo 2° -Qualquer bem da CONVEM que não exceda ao valor de quinhentos salários mínimos vigentes no País, poderá ser alienado pela Direx, que dará ciência á Assembléia Geral.

 

Artigo 48 -A CONVEM não se apossará de templos, imóveis ou bens das Igrejas filiadas, a não ser que estas façam doações, ou a deixem como beneficiária, em caso de dissolução.

 

                                            Capitulo VI

                                       Disposições Gerais

 

Artigo 49 - As Igrejas filiadas acatarão as decisões da CONVEM, pondo-as em prática desde que não firam a soberania das filiadas.

Artigo 50 - A CONVEMnão terá nenhuma obrigação de devolver ou indenizar bens, taxas ou contribuições feitas pelas igrejas ou Obreiros, que decidam desligar-se de seus quadros.

Artigo 51 -Os membros e a Direx da CONVEM não respondem nem solidária nem subsidiariamente pelas obrigações sociais da mesma.

Artigo 52 - Todos os membros deverão apoiar a CONVEM em seus programas que constarão de ações voltadas para o cumprimento de suas finalidades.

Artigo 53 - Esta CONVEM existirá por tempo indeterminado, e só poderá ser dissolvida por voto de dois terços de seus membros, em duas Assembléias Gerais seguidas, com interstício de 30 dias.

Artigo 54 - A dissolução também poderá dar-se, nos casos ou hipóteses previstas em lei, e seus bens, depois de saldados os deveres e obrigações, serão revertidos em favor da AMISTAD-Associação Missionária Tocando as Nações.

Artigo 55 - Os casos omissos neste Estatuto serão resolvidos pela Direx.

Artigo 56 - Pessoas não filiadas à CONVEM somente terão acesso ao plenário por ocasião das Assembléias Gerais quando convidadas pelo Presidente ou referendadas pela Assembléia.

Artigo 57 - O Presente Estatuto, após aprovado em Assembléia Geral entrará em vigor imediatamente e passará a reger os destinos da CONVEM - Convenção Mundial de Igrejas Apostólicas.


© 2011 - Virtualiza Brasil - Todos os direitos reservados